30/12/2010

Fim e Começo de anos.

Copa de Flamb cabeçalho Escolhi a vermelha copa florida de um Flamboyant para o cabeçalho do blog nestes final e começo de anos porque “... o vermelho, sugere motivação, atividade e vontade. Ele atrai vida nova e pontos de partida inéditos. O vermelho está associado ao calor e à excitação, com a iniciativa e a disposição para agir, com o espírito de pioneirismo que nos eleva. Persistência, força física, estímulo e poder são seus traços típicos. Afetuosidade e perdão são duas belas qualidades dessa cor, assim como a prosperidade e a gratidão.” (www.rodrigo.pro.br)

Portanto…

Vontade, iniciativa, disposição para agir, persistência e poder temperados com afetuosidade, perdão e gratidão, propiciando uma prosperidade justa, é o que desejo para mim, para os meus e para você!

20/11/2010

Atestado médico – CID.

Não é do conhecimento de grande parte da população as resoluções do CFM que tratam da inclusão do CID nos atestados e nas guias dos convênios médicos, isto tem provocado algumas discordâncias no dia a dia, razão pela qual trago, a título de informação, duas resoluções pertinentes e esclarecedoras sobre o assunto e também os artigos do Código de Ética.

 

RESOLUÇÃO CFM nº 1.819/2007

(Publicada no D.O.U. 22 maio 2007, Seção I, pg. 71)

O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribuições conferidas pela Lei n.º 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto nº 44.045, de 19 de julho de 1958, e Lei nº 11.000, de 15 de dezembro de 2004,

RESOLVE:

Art. 1º Vedar ao médico o preenchimento, nas guias de consulta e solicitação de exames das operadoras de planos de saúde, dos campos referentes à Classificação Internacional de Doenças (CID) e tempo de doença concomitantemente com qualquer outro tipo de identificação do paciente ou qualquer outra informação sobre diagnóstico, haja vista que o sigilo na relação médico-paciente é um direito inalienável do paciente, cabendo ao médico a sua proteção e guarda.

Parágrafo único. Excetuam-se desta proibição os casos previstos em lei ou aqueles em que haja transmissão eletrônica de informações, segundo as resoluções emanadas do Conselho Federal de Medicina.

Art. 2º Considerar falta ética grave todo e qualquer tipo de constrangimento exercido sobre os médicos para forçá-los ao descumprimento desta resolução ou de qualquer outro preceito ético-legal.

Parágrafo único. Respondem perante os Conselhos de Medicina os diretores médicos, os diretores técnicos, os prepostos médicos e quaisquer outros médicos que, direta ou indiretamente, concorram para a prática do delito ético descrito no caput deste artigo.

Art. 3º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 17 de maio de 2007.

ROBERTO LUIZ d’AVILA - Presidente em Exercício

LÍVIA BARROS GARÇÃO - Secretária-Geral

atestado médico

 

E no Novo Código de Ética Médica - início da vigência 13/04/2010 - encontramos:

Codigo de ética

*Grifos meus.

17/10/2010

Fotos e Lembranças.

Feriado prolongado...

Dias inteiros de ‘dolce far niente’...

Não viajei com a família...

Fui rever fotos de viagens passadas.

…Viagem e vida têm semelhanças!

Alguns dizem que viajar é viver, há quem diga que a vida é uma viagem… De minha parte sei de gente que vive viajando e não vive, também conheço quem nunca viajou… mas como vive!

Nem a vida nem as viagens têm como ser totalmente programadas, sempre existem as surpresas e aí entra o ‘jogo de cintura’ do ‘viajante’… jogo que é aprimorado, pela prática, na viagem da vida… quem não pratica ‘apanha’ com mais freqüência.

A  vida e as viagens têm classificações diferentes, mas sejam de ‘primeira classe’ ou de ‘mochila’ devem ter em comum, pelo menos, um rumo, sob pena do ‘viajante’ ficar andando em círculos.

Tem ‘viajante’ que só pensa no destino e não usufrui do trajeto; também há aqueles que se perdem no trajeto e não chegam.

Da vida e das viagens guardamos fotos  e lembranças… o que fala ao coração do ‘viajante’ atrai seu olhar e se transforma em lembranças e em fotos; as lembranças, por serem voláteis, muitas vezes são recuperadas através das fotos... as fotos são mais estáveis!

E como gostamos de revisitar nossas fotos e nossas lembranças! Se iludidos só temos boas fotos e boas lembranças… Se pessimistas só temos más… Se mais equilibrados temos das duas mas preferimos as boas.

 nas Minas Gerais … viagem pelas Minas Gerais.

Interessante observar como as pessoas são diferentemente afetadas pelo viver e pelo viajar; nos repertórios homeopáticos, entre centenas de situações e sintomas relacionados a isso, encontramos Desejo de viajar, e me surpreende esta rubrica ter somente 23 medicamentos, acho pouquíssimo considerando o ‘vai e vem’ nas menores oportunidades.

Talvez porque o viver esteja tão desgastante que o viajar está tão desejado… Numa relação mais de equilíbrio que de semelhança viajar seria uma trégua, uma pausa para ‘respirar’ antes de, compulsoriamente, seguirmos  adiante.

07/10/2010

Protesto politico.

Em meados do século passado, como protesto contra o baixo nível dos candidatos a vereador, os eleitores paulistanos votaram maciçamente em Cacareco; acontece que Cacareco não podia ser eleito, ele era um rinoceronte do Zoológico da cidade mas, mesmo assim,  recebeu cerca de 100 mil votos, o bastante para eleger dez candidatos.

Naquele tempo, as eleições eram realizadas com cédulas de papel na qual os eleitores escreviam o nome do candidato de sua escolha; hoje, com as urnas eletrônicas, isso não é mais possível, mas é possível algo muito pior.

Cacareco ganhou, mas não levou, o protesto cumpriu sua função e ficou nisso; hoje os votos de protesto em 'cacarecos' representam um 'tiro no pé' não só de quem neles vota, mas de todo brasileiro, pois os 'cacarecos' eleitos assumem as cadeiras com suas prerrogativas e com seus vencimentos, já as obrigações!

Quando  o filósofo francês Joseph De Maistre escreveu "cada povo tem o governo que merece", ele teve a intenção de criticar, não o governo, mas aqueles que tendo o direito de escolher não o faziam direito e, portanto, mereceriam os desmandos dos eleitos; mas no Brasil votar não é um direito, é uma obrigação, e aqueles que votam por desejarem e conscientemente não têm o governo que merecem, mas sim o que lhes é imposto por uma maioria, não esclarecida politicamente, obrigada a votar.

Não me espanta que pessoas com pouco conhecimento politico votem em 'cacarecos’, acho que é até de se esperar; espanta-me que pessoas com conhecimento permitam que 'cacarecos' sejam candidatos, o que me faz imaginar o que existe por trás de tal permissão; intencionalidade, descaso ou insanidade? Seja lá o que for não é boa coisa!

Mas, "Mea culpa”... Estou 'pago para ficar calado'... Igual a muitos dos ‘conscientes’ sou muito ocupado, não sou filiado a nenhum partido, não participo de nada que tenha conotação política, entrego a outros a aprovação das candidaturas de 'cacarecos'; portanto volta a valer o dito de De Maistre... Também eu, igual a muitos, tenho o governo que mereço, mesmo que indiretamente.

30/09/2010

Benefícios colaterais.

colateral_1Ontem à noite, para espairecer, me dispus a assistir Colateral, um filme que, pela sinopse, deveria ser ‘meia boca’ apesar do elenco: Tom Cruise interpretando um matador de aluguel (Vincent); Jamie Foxx um condutor de taxi (Max) contratado pelo matador; Jada Pinkett Smith uma promotora (Annie) que constava da lista de ‘vitimas’ do matador.

Interpretações e enredo do filme à parte, que afinal não é tão ruim; existem benefícios colaterais na história que chama nossa atenção para questões pertinentes ao equilíbrio humano:

Pausas no ‘dia a dia’ – Max as conseguia, se apartando mentalmente dos momentos desagradáveis, ao fixar a atenção em uma foto.

Procrastinação – Max adiava, anos a fio, o inicio de um negócio próprio, aguardando o momento ideal que nunca chegava.

Mania de trabalho – Annie trabalhava muito, até altas horas.

Ansiedade, antecipação – Annie, por seu próprio relato, sofria demasiado antes dos julgamentos.

Condescendência – De Max em relação à sua mãe, a seu patrão e ao matador.

Teimosia  - A determinação exagerada de Vincent faz com que, no término do filme, ele persiga Annie e Max e… Não vou contar o final!

Filme terminado… fiquei pensando e brincando com ‘meus botões’; considerando apenas as personalidades dos personagens, que é só o que o filme mostra, quais medicamentos homeopáticos poderiam lhes servir?

Para Annie… Trabalhadora, perfeccionista, sofrendo por antecipação, impecavelmente vestida e penteada…Arsenicum album?

E para Max? Consciencioso, complacente e que posterga seus desejos… Silicia ou Nux vomica? Acho que sua reação final faz jus a Nux.

E quem se apresenta… orgulhoso, obstinado e falando com ares de comando como ‘El matador’  Vincent, qual medicamento necessitaria? Lycopodium é tão  ‘lugar comum’ para protagonistas ‘machões’…

Mas afinal o que importa? Apesar de serem os mais importantes, somente sintomas mentais não é bastante para uma boa escolha de medicamentos, é necessário o concurso de sintomas locais e gerais em uma totalidade sintomática; além do que não estou avaliando pessoas reais, são pessoas imaginadas, portanto os medicamentos presumidos são palpites que jamais serão postos à prova… apenas uma divagação... um efeito colateral da capacidade imaginativa.

25/09/2010

Passado/Futuro.

Cansei...

Certo dia resolvi não mais lutar para ter um bom futuro...

Percebi que, por me preocupar em excesso com um futuro que teimava em não atender meus desejos, eu não tinha um passado realmente bom… estava em um ‘atoleiro’… ansiava pelo futuro e lamentava o passado.

Decidi que, daquele dia em diante, ia 'batalhar' para ter um bom passado, e como fazer isto se o agora, daí a pouco, já seria passado e imutável?

Comecei por reavaliar meu conceito de performance ideal... para tudo, tudo mesmo, eu tinha um conceito rígido, exigente e ás vezes equivocado, de ideal e, como raramente o atingia, frequentemente me sentia decepcionado… decidi que, dali para a frente, o ideal para mim seria o melhor possível dentro das circunstâncias do momento.

Em conseqüência parei de desejar ou aguardar circunstâncias ideais para realizar minhas tarefas ou planos, quando o momento ou oportunidade chegava aquela era a hora e o 'deixar para depois' desapareceu.

Mutum 121a

E por passar a buscar o melhor possível em circunstâncias não totalmente favoráveis, eu tinha que estar atento  e surgiu em mim o estar totalmente presente, inteiro naquilo que fazia.

Estar totalmente presente tornou mais prazeroso o que fazia e melhorou minha performance; começaram a aumentar os acertos no meu passado imediato, e à medida que o tempo fluiu, ficou evidente que construía um bom passado e, interessante!…isso melhorou bastante minhas perspectivas futuras.

image

18/09/2010

Medicamentos – Serpentes.

image Símbolo dual do bem e do mal as serpentes exercem, desde sempre, um fascínio que deu origem a mitos e lendas ao redor do mundo:

No folclore brasileiro o Boitatá, cobra que cospe fogo, protege as matas dos incêndios, queimando as pessoas que os provocam; também faz parte de nossas ‘estórias’ a “Cobra que mama”; ela coloca o rabo na boca do recém nascido enquanto suga o leite da mãe que nada percebe.

Ouroborus Símbolo de renovação e regeneração por, periodicamente, mudar de pele e ressurgir renovada, também deu origem ao mito universal do Ouroborus, serpente que forma um anel por ter na boca a própria cauda, representando o que nunca termina e que sempre se renova.

A Kundalini, ‘serpente enrolada na base da coluna vertebral’, representa o poder espiritual primordial, uma energia transformadora que trabalhada se expande em direção aos chakras superiores, para alcançar o objetivo maior do Yoga que é a paz interior e realização divina ou samadhi.

Por sua influência sobre Eva nos jardins do Éden, representa a sedução e também a desobediência às leis Divinas sendo, por esse motivo, associada a uma representação do mal.

Na medicina, “A contraposição de duas serpentes, como no caduceu de Mercúrio, indica o equilíbrio de forças, a contraposição da serpente domada (força sublimada) à selvagem (bem e mal, saúde e doença). Esta imagem repetida também inclui, como assinala Jung com muita acuidade, o pressentimento da homeopatia, a cura por aquilo que causou o mal.” (1)

E, de fato, nos medicamentos homeopáticos a cura também a partir desses venenos usualmente fatais, sendo que... “Quanto maior o veneno, maior o remédio; e alguns dos medicamentos de ação mais rápida e heróica em doenças desesperadoras são os venenos de cobra. Eles curam, claro, somente as condições que eles produzem; mas, quando usados com o propósito de curar, estes venenos devem ser dados em doses pequenas e inócuas; e somente para pessoas cujos sintomas (físico,mental ou moral) lembram os sintomas do veneno. Neste caso o poder curativo é surpreendente.” (2)

Parte integrante de totalidades sintomáticas características de cada um deles, os medicamentos oriundos destes venenos apresentam no 'mental':

Lachesis - “Kent diz: 'egocentrismo, presunção, inveja, ódio e crueldade; um excessivo amor próprio. Todos os tipos de insanidade impulsiva; ...'. Mas dentro da insanidade real que ele descreve, certas coisas sobressaem, indicando Lachesis. CIUMENTO, DESCONFIADO;”(2) e, sem dúvida, loquacidade.

Crotalus horridus - “Desconfiado e mordaz; loquacidade...resmungará, confundirá e hesitará nas palavras... um grave estado passivo com embriaguez;” (2)

Elaps corallinus. - ”Desatenção. Depressão de espírito, desejo de solidão. Medo de ficar sozinho, como se algo terrível pudesse acontecer. Irritado consigo mesmo, não deseja falar”. (3)

“Deprimido, imagina ouvir alguém falando. Medo da chuva. Medo de sofrer um derrame. Pode falar, mas não podem entender sua fala.” (4)

Naja tripudians “Medita constantemente sobre problemas imaginários. Insanidade suicida. Deprimido. Aversão a falar. Fala de modo ininteligível. Melancolia. Teme ser deixado sozinho. Medo da chuva.” (5)

(1) – Dicionário de símbolos – Juan - Eduardo Cirlot.                         (2) – Retratos de Medicamentos Homeopáticos – Margaret L, Tyler.   (3) – Text Book of Materia Medica. – Adolph Lippe.                           (4) – Devendra Kumar – http/homeoresearch.blogspot.com/2010/01/elaps-corallinus.html                                                                                  (5) – Matéria Médica Homeopática – Boericke.

11/09/2010

Medicamentos – Avena sativa.

image Dizem que a aveia (Avena sativa) vicejava como erva daninha em meio às plantações de cevada; percebida sua utilidade passou a ser cultivada separadamente e, desde antes da era cristã, usada na alimentação animal e humana; atualmente é usada também na medicina, sendo que o medicamento homeopático, preparado à partir da planta verde e fresca em flor…

“Tem uma ação seletiva sobre o cérebro e o sistema nervoso, influenciando favoravelmente suas funções nutritivas... Adequado para insônia nos alcoólatras... Fraqueza sexual, esgotamento nervoso... Incapacidade de manter a atenção em qualquer assunto.” (1)

Esgotamento nervoso, após doença esgotante ou excessos sexuais. Esgotamento nervoso, com dificuldade de pensar, de trabalhar, de fixar sua atenção. Falta de tonicidade geral com insônia. Tendência à tristeza e à melancolia. Cefaléia…, com irritabilidade, prostração nervosa e insônia.” (2)

image

… valioso (Clarke) para superar a morfinomania e, possivelmente, outras dependências químicas;… Alcoolismo.” (3)

Outro ‘pequeno’ medicamento homeopático que se torna ‘grande’ quando, levando-se em consideração a totalidade sintomática do sujeito, é adequadamente prescrito.

(1) Boericke – Matéria médica homeopática.  

(2) Vannier, L. e Poirier, J. – Tratado de Mat. Méd. Homeopática

(3) Vijnovsky, B. – Tratado de Mat. Méd. Homeopática.

 

09/09/2010

Tempo x Rotina.

Eureka!

Descobri que descobriram a razão pela qual o tempo parece passar tão rápido de uns tempos para cá.

Me deparei com uma reportagem da qual reproduzo trechos:

“A MENTE APAGA REGISTROS DUPLICADOS / Por Airton Luiz Mendonça

Nosso cérebro é extremamente otimizado.

Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.

Quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.

É quando você se sente mais vivo.

Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e 'apagando' as experiências duplicadas.

Conforme envelhecemos as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações, enfim as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.

Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.
Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a rotina.”

O remédio? Mudanças… quebrar a rotina.

image

03/09/2010

Medicamentos – Abies canadensis

image O uso das árvores de várias espécies de abeto (Abies) na comemoração do nascimento de Cristo (Natal) pode ser uma derivação de um costume muito mais antigo: O uso pelos egípcios, de folhas de palma, simbolizando a vitória da vida sobre a morte, durante o solstício de inverno.

Considerado ‘pequeno’, por ter sido pouco estudado, o  medicamento homeopático Abies canadensis, segundo Chase e Pawlik,  acarretaria no aspecto mental, quando adequadamente prescrito, o seguinte:

“Aberto para as mudanças: Passando a aceitar as mudanças em sua vida através do desenvolvimento da fé, contribuindo para o equilíbrio emocional nas circunstâncias diárias, encorajando-o a se abrir para o aprendizado. Mais do que questionar ou julgar os eventos o indivíduo passa a aceita-los com equanimidade, deixando que as mudanças fluam quando necessárias. Ajuda a dissolver a complacência, libertando-o do modo de fazer e compreender as coisas do passado.”

Abies é ‘pequeno’ na quantidade de sintomas conhecidos, mas não são pequenos os benefícios que pode proporcionar; equilíbrio, equanimidade e aceitação não são fáceis de alcançar, principalmente em tempos ‘bicudos’.

OBS   -  As partes do texto sublinhadas, foram alteradas em prol da compreensão; o original se encontra em: http://www.cesaho.com.br/biblioteca_virtual/arquivos/arquivo_64_cesaho.pdf