11/07/2010

Direito de morrer em paz.

Anos atrás, ainda na faculdade de medicina, ouvi em um corredor de hospital, não sei proferida por quem, a expressão morte em ataraxia; fui ao dicionário e encontrei ataraxia, palavra que nunca ouvira ou lera, definida como:

  • Ausência de preocupações;
  • Paz e tranquilidade de espirito;
  • Ausência de ansiedade;
  • Serenidade da alma.

    Morrer em ataraxia… Antigo e romântico desejo de morrer em paz!

    Ouvi novamente essa palavra, no curso de homeopatia, muitos anos depois, de um médico professor, que ao discorrer sobre as propriedades de um medicamento homeopático, o classificou como facilitador de uma morte em ataraxia.

    Agora essa palavra volta à minha tela mental, não literalmente, mas como possibilidade; o novo código de ética médica, em parágrafo único do artigo 41 estabelece polidamente:

    “Nos casos de doença incurável e terminal, deve o médico oferecer todos os cuidados paliativos disponíveis sem empreender ações diagnósticas ou terapêuticas inúteis ou obstinadas, levando sempre em consideração a vontade expressa do paciente ou, na sua impossibilidade, a de seu representante legal.”

    Ações inúteis ou obstinadas…                                   Bons ventos sopram…                                                Garanta-se ao enfermo o direito e a possibilidade de tentar morrer em paz.

  • 03/07/2010

    Apertamento.

    O Dr. Marcelo J. P. Ferreira, especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares e que tem consultório junto ao meu, enviou-me um artigo, retirado de revista da Associação Brasileira de Cirurgiões Dentistas, sobre um sintoma bastante comum nas historias de meus pacientes; rangimento ou apertamento de dentes, o popular bruxismo.

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    No artigo, dados interessantes que chamam a atenção:

    *Na posição de descanso da boca, os dentes nunca devem se tocar, eles se tocam somente durante a deglutição.

    *80 a 90% da população apresenta sinais e sintomas de bruxismo, porém somente 5 a 20% desses indivíduos têm consciência do hábito.

    *Sinais e sintomas mais comuns: Músculos da face hipertrofiados ou cansados ou doloridos; redução da capacidade de abertura da boca; dores de cabeça freqüentes, principalmente nas têmporas; dentes anteriores desgastados; fratura de dentes.

    *O apertamento diurno parece estar associado a distúrbios psicossociais e tensão emocional.

    *O bruxismo do sono não parece associado a distúrbios emocionais, tem origem no sistema nervoso central, decresce  no decorrer da vida ( 14% na criança, 8% no adulto e 3% no idoso), e que na infância pode ser considerado “fisiológico”.

    *Vários fatores podem estar relacionados com o aparecimento do bruxismo:

         -Fluoxetina, Sertralina, Amitriptilina, em doses altas, podem exacerbar o bruxismo.
         -Álcool, nicotina, heroína, cocaína, podem provocar bruxismo secundário.
         -A anfetamina aumenta o bruxismo em até 64%.
         -O alcoolismo aumenta o bruxismo noturno em 60%.
         -Há duas vezes mais bruxistas entre os fumantes.
         -Fator hereditário.

    *Não existe atualmente uma estratégia especifica, tratamento único ou sequer cura para o bruxismo. Recomenda-se tratamento comportamental, odontológico, farmacológico e suas combinações, de acordo com o perfil do portador para alívio dos sintomas.

    A Homeopatia leva em consideração essas condições/sintomas e o Lince Repertório Homeopático traz duas rubricas a esse respeito:

    Inclinação constante a apertar os dentes, com 24 medicamentos e;

    Range dentes durante o sono, com 38 medicamentos.

    Ao avaliar a ação da Homeopatia nesses apertamentos observa-se que o tratamento homeopático individualizado age maravilhosamente, através do medicamento mais adequado a cada paciente, que é visto como um todo, minimizando significativamente ou eliminando as razões do sintoma.

    06/06/2010

    Esperança… Ética na escola.

    etica_escolaNessa manhã, em minha caixa de correio; além das infalíveis contas que quase me levam à loucura e da enxurrada de jornaizinhos de supermercados que a entopem; uma correspondência convite que,  automaticamente, me lembrou  o ditado popular

    “A esperança é a última que morre.”

    A escola, onde meus filhos estudam, convidando-nos, pais dos alunos, para participarmos de um projeto intitulado :

    ÉTICA PARA NOSSOS FILHOS.

    Com certeza irei!

    Assim como prevenção é a melhor medicina…Educação preventiva é, sem sombra de dúvidas, bem melhor e eficaz que educação punitiva, mas não somente para os filhos.

    escola3

    04/06/2010

    Somente o que vale a pena.

     image Recebo muitas mensagens eletrônicas por dia, grande parte delas com pesados anexos PPS, o que por si só já me coloca de sobreaviso, mas opto por abrir todas e ler até onde meu interesse persistir e, ocasionalmente, recebo algo que realmente vale a pena e que justifica abrir todos os e-mails; é o caso deste texto de LYA LUFT que desejo compartilhar:

    image  Nossas muitas fomes

    “Do meu cômodo posto de observadora - e o duro posto de cidadã, onerada de altíssimos impostos, contas a pagar, perplexidade e insegurança, e otimismo anêmico, quero expandir o conceito de fome.

    A fome, as fomes: de dignidade, a essencial. De casa, saúde e educação, as básicas. Mas - não menos importantes - a fome de conhecimento, de possibilidades de escolha. Fome de confiança, ah, essa não dá para esquecer. Poder confiar no guarda, nas autoridades, nos pais e no país, e também nos filhos. Em nós mesmos, se nos acharmos merecedores. Confiar em quem votei, e em quem não recebeu meu voto: ser digno não é vantagem, é obrigação básica. Andamos tão desencantados, que ser decente parece virtude, ser honesto ganha medalha, e ser mais ou menos coerente merece aplausos.

    Fome de conhecimento: não é alfabetizado quem apenas assina o nome, mas quem assina o que leu e compreendeu. De outro modo, perigo à vista. Não cursa uma verdadeira escola quem dela sai para a vida sem saber pensar, argumentar e discernir. A primeira condição para viver melhor é conhecer mais coisas, inclusive sobre a própria situação e as possibilidades de mudar. Não tomando, Invadindo e assaltando, mas crescendo enquanto ser humano e membro produtivo da comunidade: família, trabalho, cidade, país.

    Informar-se faz parte disso, de ser integrado, de integrar-se. É tomar contato com a realidade diretamente, não apenas com o que os outros relatam ou inventam. É assistir ou escutar notícias não como quem tateia no escuro, mas com ouvidos de quem deseja entender. Informar-se é também ler: ler como se come o pão cotidiano, ainda que seja o jornal esquecido no banco da praça.

    Não creio que a violência que assola este país e nos transforma em ratos assustados seja simplesmente fruto da fome de comida, mas da fome de auto-estima. A violência internacional, emblematizada no terrorismo, nasce entre outras coisas da combinação de ideologia torta e fanatismo. A ideologia nem sempre comanda a morte, nem sempre desconserta o intelecto: sendo positiva, ilumina e estimula, assim como a outra degola inocentes, explode crianças e se orgulha disso.

    Andamos acuados pela brutalidade que transcende os limites urbanos, atingindo lugares bucólicos que antes pareciam paraísos intocáveis: você pensa em comprar um sítio? Inclua nesse pacote o caseiro, os cães, alarmes e quem sabe cerca eletrificada. Se for uma fazenda, cave trincheiras e contrate guardas. De preferência, more na cidade mais próxima, rodeado de toda uma parafernália de segurança, ou lançando-se na vida (isto é, saindo à rua) com audácia de guerreiro medieval. Teremos paz, essa nossa grande fome?

    Neste momento estou descrente, embora batalhe por isso do jeito que posso. É dos deveres básicos de qualquer pessoa, tentar a paz em si mesmo e ao seu redor, sem necessariamente desfraldar bandeiras, mas existindo e agindo como um ser pacífico (não confundam com pusilânime!). Se posso ser agregadora - iniciando pela família e amigos -, não devo espalhar ressentimento; se quero a paz, não posso transmitir rancor.

    Tudo começa, como dizem, em casa: desde quando ela era uma primitiva caverna, e nós uns trogloditas um pouco menos disfarçados do que hoje, com fomes bem mais simples de satisfazer.”

    Os grifos são meus e abro mão de comentar o texto; seria redundante.

    27/05/2010

    Gorduras x Saúde.

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    A reportagem sobre alimentação da revista Época de 5 de abril de 2010 é bem interessante, o ‘vicio’ explicaria a dificuldade que os obesos encontram em seguir programas de reorientação alimentar além do que,  a capa, com um sanduiche horrível e ameaçante, retrata muito bem o efeito que comida não saudável deveria provocar à sua simples visão.

    Abaixo o trecho inicial da matéria:Digitalizar0010

    Um  ponto bastante interessante é  a  dica de número 19 de Michael Pollan que, segundo a revista, é o guru do movimento contra a obesidade:

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    16/05/2010

    Depressão – Os novos dependentes.

    imagesCA0H66BN Em 11 de outubro do ano passado, o jornal Folha de São Paulo, na página 5 do Caderno Mais, publicou artigo do psicanalista e professor Joel Birman intitulado OS NOVOS DEPENDENTES, tendo como subtítulo: Confusão entre os conceitos de depressão e melancolia pode tornar o indivíduo “escravo” do mercado farmacêutico.

    Não consegui o link para a reportagem que é um alerta para o diagnostico intempestivo de depressão e uso generalizado de antidepressivos em situações, usuais na vida de qualquer um de nós, nas quais não caberiam o diagnostico nem o tratamento farmacológico.

    Abaixo transcrevo dois parágrafos da referida publicação:

    · “Quanto ao Brasil, o discurso psiquiátrico retomou midiaticamente o enunciado pertinente de Caetano Veloso – de que de perto ninguém é normal – para propor a otimização de antidepressivos para todos, pois a tristeza poderia se camuflar de maneira incipiente nas pequenas dobras do espírito e ser, assim, preventivamente debelada em estado nascente.”

    · “Misturar essas diferentes cartas do jogo psíquico, com o nome de depressão, é nos destinar a todos à condição de escravidão no mercado da medicalização contemporânea.”

    CHARLI~1

    Vejo frequentemente, na lida diária, pessoas deixarem o uso de medicamentos por mudarem a maneira de olhar para o ‘momento’ que estão vivendo, outras por alterarem conceitos pré-estabelecidos para a própria vida, outras por adotarem mudanças simples no trabalho ou no ambiente familiar e outras ainda por simplesmente introduzirem momentos de lazer e/ou exercícios físicos  em suas vidas; todos esses casos tornam evidente o equívoco do diagnóstico e o conseqüente uso inadequado de medicação e reafirmam minha convicção na validade do dito popular “Quem canta seus males espanta”.

    Verdade é que em muitos casos o sofrimento psíquico persiste independentemente da alteração de conceitos e condutas, acredito que a maioria desses se resolva com terapêuticas menos agressivas: Psicoterapia, Acupuntura, Fitoterapia, Terapias corporais, Homeopatia... Permanecendo a indicação dos medicamentos psiquiátricos para casos refratários e/ou que cursam com outras patologias tornando o caso mais urgente; mas sempre a premissa homeopática: Em primeiro lugar afaste os fatores de adoecimento, se não for o bastante administre o tratamento menos agressivo possível.

    Mas para que isso aconteça é necessário que antes de qualquer conduta terapêutica os sentimentos e queixas sejam contextualizados; que sejam esclarecidas as circunstancias que propiciaram seu surgimento, que sejam medidas suas intensidade e duração e avaliadas as alterações provocadas no comportamento psicofísico do sujeito, pois após perdas importantes e em situações de difícil solução o desconforto psíquico é antes sinal de saúde que de adoecimento.

     PEANUT~1

    09/05/2010

    Homeopatia funciona.

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    A revista é antiga, publicada em setembro de 2002, a encontrei em um sebo… A reportagem é sempre atual e me fez pensar em algumas ‘coincidências’… Após períodos em que a mídia veicula reportagens favoráveis à Homeopatia costumam acontecer campanhas que questionam sua validade… Porque será?

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    24/04/2010

    Medicina/Sacerdócio/Ganância. - 2

    Caduceu

    Quando, algumas semanas atrás, escrevi a primeira parte desta postagem, a interrompi com o comentário ‘A mim parece óbvio’, mas ao tentar concluir o assunto a obviedade desapareceu; são tantos os fatores que interferem e contribuem para a escolha das condutas a assumir e do caminho a seguir na vida que seria necessário um livro para abordar todos eles e me restringirei a alguns comentários.

    São evidentes as diferenças entre indivíduos previdentes e indivíduos gananciosos, não é necessário discorrer sobre isso, nossa pauta é o comportamento ganancioso.

    Karen Horney, psicanalista alemã, defende a ideia de que a busca de poder, prestígio e posses, assim como a busca de afeição, seria uma maneira de se conseguir tranquilidade interior, e não teria que ser necessariamente um desejo neurótico; no homem normal esse desejo nasceria da consciência das próprias capacidades e no neurótico de sentimentos de inferioridade e insegurança. Particularmente creio que o desejo não neurótico de riquezas,  proveniente de capacidades reais, produziria benefícios compartilhados com outros indivíduos e acúmulo equilibrado de poder e posses, ao contrário daquele proveniente da insegurança que provocaria acúmulo exagerado e não compartilhado, na vã tentativa de neutralizar a insegurança.

    Considerado, desde antes do surgimento do cristianismo, como um dos sete pecados capitais, a ganância faz parte das características humanas que toda filosofia, religiosa ou não, prega ser necessário refrear; mas convenhamos, não existe muito estímulo para esse refreamento em uma sociedade na qual possuir cada vez mais coisas e prerrogativas  é o mais importante  e é considerado bobo quem não pensa assim.

    Reconheço que o capitalismo é produtor de conforto e facilidades, mas é evidente que o acumulo excessivo por uns provoca falta para outros; e interessa referir que jamais encontrei alguém que defendesse abertamente a ganância, apenas questionam sua contrapartida, a generosidade, acenando com a possibilidade de carência futura ou argumentam que é tudo uma questão de capacidades individuais; existem até ditos populares sobre o assunto:

    “Quem não tem capacidade que não se estabeleça.”

    “Quem poupa o que tem não mendiga o  de ninguém.”

    “O sol nasceu para todos, a sombra para os espertos.”

    De acordo com alguns autores este comportamento ganancioso estaria baseado em uma necessidade infantil de posses por não haver, a criança, aprendido a renunciar, adaptando-se à realidade de não ser necessário nem possível possuir tudo que se deseja.

    Portanto coexistirão, sabe-se lá até quando, ‘inteligentes’ gananciosos e ‘bobos’ éticos independentemente das profissões e das causas... Infelizmente!

    Para concluir vale a pena citar Tomás Pablo Paschero, um dos mestres da Homeopatia, que fala na ‘transformação do egoísmo infantil em altruísmo adulto’ durante o processo de cura real do homem e, textualmente, Teilhard de Chardin, filosofo evolucionista:

    “O homem se ‘humaniza’ graças ao esforço que ele realiza sobre si mesmo.”

    Um vídeo pertinente: Entrevista com Robert Happé.

    01/04/2010

    Homeopatia / Distúrbios femininos.

    Jornal 3

    Em sua edição de 20 de  nov. de 2004 o jornal O Liberal, de Belém do Pará, trouxe a seguinte reportagem:

    Homeopatia em doenças tipicamente femininas.

    A seguir partes da reportagem  que pode ser conferida na íntegra.

    “Cerca de 17 milhões de brasileiros recorrem a esse tipo de tratamento. Em Belém, a maioria é de mulheres na faixa etária entre 25 e 40 anos. Especialmente, para tratar dos incômodos da TPM e menopausa.

    Em Belém, os pacientes que mais procuram a homeopatia são mulheres de 25 a 40 anos que pretendem aliviar o incômodo da Tensão Pré-menstrual (TPM) e da menopausa. As vantagens atribuídas ao tratamento homeopático passam pelo preço mais barato dos medicamentos e a ausência de efeitos colaterais.
    …A menopausa é também um dos principais fatores que levam as mulheres até o consultório homeopático. Os especialistas em homeopatia dizem que o climatério ou menopausa não pode ser tratado como doença, deve ser encarado como uma fase natural de crescimento da mulher. É nessa fase que a mulher sofre alterações físicas provindas do anabolismo, o nível de estrógeno produzido pelos ovários é diminuído, gerando um “conflito” nas funções dos organismo, o que possibilita, entre outros, ganho de peso. Além de mudanças na estética feminina, a menopausa causa modificações mentais, a mulher passa a ter irritações e stress constantes… Para o tratamento da menopausa, os homeopatas utilizam algumas substâncias que aliviam e curam o mal-estar das pacientes…”

    Uma alternativa bastante adequada para uma condição feminina desconfortável/sofrida determinada pela sábia evolução das espécies e portanto natural. Mas sempre me intrigou a dualidade dos ‘discursos’,  a que estão sujeitas as mulheres, à respeito dessas questões; mulheres/meninas crescem ouvindo que menstruar é horrível e mulheres/moças amadurecem ouvindo que parar de menstruar  também é.

    Não é incongruente?

    14/03/2010

    Homeopatia Direito de Todos.

    imagesCA16SWA7 Entre e-mails e comentários de visitantes deste blog nesta semana, os quais agradeço, um particularmente significativo do Dr. Hylton Sarcinelli Luz, colega especialista em Homeopatia, Presidente da Ação Pelo Semelhante, líder da campanha Homeopatia Direito de Todos e coordenador do Portal Ecomedicina; www.ecomedicina.com.br que vale a pena visitar entre outras razões pelo artigo MEDICAMENTO HOMEOPÁTICO NA BERLINDA, ótimo na íntegra mas do qual destaco o seguinte parágrafo:

    “A Homeopatia é uma prática de saúde que se sustenta por si mesma, que não é movida, ou fomentada por publicidade, que não recebe investimentos para pesquisa e para desenvolver-se, mas permanece viva há 214 anos, apenas e exclusivamente, porque faz bem a saúde. Não fosse por este aspecto não haveria tantos usuários e apreciadores.”

    Um adágio persa:

    “Duas coisas indicam fraqueza: Falar quando é preciso calar-se e calar-se quando é preciso falar .”

    Grata surpresa conhecer o Portal Ecomedicina e saber dessa iniciativa em prol da Homeopatia e da Saúde; julgo que nós, aqui no nosso meio,  médicos e usuários adeptos da Homeopatia, também precisamos falar mais sobre ela, apresentá-la aos que não a conhecem, esclarecer os que não a compreendem e defendê-la dos que a atacam, assim como fazem Dr. Hylton e seus parceiros, pois ela é suave, discreta, pouco ou nada prepotente e necessita de nossa voz.